Mr. Tony Yôga
O meu YôgaO meu Yôga não é meu! Não faço nada de novo e original, pelo menos que eu saiba. Aliás, nem sequre acredito me originalidades...
Pratico um método codificado pelo meu Mestre, DeRose. O chamado Método DeRose de Yôga Avançado. Adoro o método. Muito bem sistematizado. Muito completo. Muito flexível.
Tenho as praticas ortodoxas, muito completas, muito certinhas…Tenho uma infinidade de praticas heterodoxas cuja composição tem como limite a imaginação. Entre o “garantido com selo de fábrica” e um pouco de aventura e libertinagem dá para quase tudo. Na modalidade heterodoxa posso praticar conforme as minhas necessidades, tendências, desejos e diferenças. Até para as minhas neuroses há material disponível! Sei que no mundo do Yôga ainda há umas quantas coisas mais, que se poderiam somar, mas…eu nem as codificadas exploro sequer a 50%! E mesmo estas 50% já me sobram. Acrescente-se os cursos e vivências intensivas onde se aprofunda e acrescenta sempre algo mais (ou com outra roupagem), acrescentem-se os livros, websites e até a dialéctica com os criticos (felizmente temos muitos) e já é material suficiente para umas quantas vidas.
Adoro a codificação das regras gerais de execução, que dão autonomia e independência ao praticante. Adoro que o método seja tão explicito e tão clara e abertamente explicado, sem secretismos e misticismos dúbios, que inundam e contaminam tão frequentemente o nosso mundo. Assim, o método está ao alcance de qualquer um que seja minimamente inteligente e se queira dedicar.
Para mim o Yôga é tanto a pratica, técnica, que foi desenvolvida especificamente durante milhares de anos para este fim especifico, e que dá saúde, aumenta e canaliza a energia para aumentar a concentração, a meditação etc, como é também o estado de consciência que essa pratica visa alcançar: a União, a Integração…ou seja:o Yôga.
Portanto, vivo o Yôga tanto pelo utilidade e prazer da própria pratica, como pela filosofia. E as duas coisas vão juntas. É uma filosofia de vida presente em tudo o que se faz. A pratica não é o principio nem o fim dessa filosofia, e sim algo que faz parte. É uma parte da vida que se vive mais intensa e conscientemente. E a resposta a: quem sou eu? não é o fim de nada, mas apenas uma meta a alcançar no próprio caminhar da vida.
Entretanto integrei o Yôga totalmente na minha vida. Tenho mestre, colegas, alunos e até concorrência. Até pseudo e suposta concorrência! Enfim, a festa toda. Sou instrutor e empresário. Ser instrutor é óptimo, pois é algo que me dá muito prazer, me concentra e nas aulas, ao ensinar, é quando tenho mais e melhores insights. Já ser empresário…mais tarde darei uma opinião mais avalizada.