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Focando o foco...

Ponto de vista: Freud!

De todos os pontos de vista, aquele que me parece melhor é o ego!

E dentro do ego, parece-me que há dois factores, absolutamente nucleares e interligados entre si, que são a base de tudo: a energia (leia-se $$$) e o sexo! Ou seja:poder.

Algures por entre todas as Uniões e desuniões está lá o dinheiro e o sexo. E esses dois factores, tão profundamente interligados, explicam quase tudo.
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Ego...



...Ismos

O único "ismo" que realmente sou adepto apoiante é o egoísmo!

É o único honesto consigo mesmo e com os outros. Aliás, é a base comum a todos os outros, incluindo o altruísmo!

O meu egoísmo é, naturalmente, o…Antonismo! Mas não se assuste. Não me tomo muito em sério e gosto muito de outros egos! Quiçá até do seu. E um dos dogmas básicos da minha doutrina é um que já ouvia do meu querido pai (que se diz de outros ismos): quanto melhor estiverem os outros melhor estou eu, e vice-versa!

Já disse isto antes em vários aspectos, e as paranóias do ego deixo para os outros...
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As paranóias do ego


Ego


Estou farto das paranóias com o ego.

No Yôga (e yoga e ióga) é demais. Qualquer coisa que se faça (ou até omissão) tem logo uma acusação disparada de ego ( e condicionamento), como se fosse coisa má.

Tenho para mim claro que o Yôga é um processo de transcendência do ego. Ou seja, da consciência blindada nos limites ilusórios do ego.

Mas transcender não é de todo aniquilar, destruir, ou sequer ver no ego um adversário terrível!

Transcende-se o ego, através do próprio ego. Aliás, a própria transcendência parece-me uma ambição bastante egóica!

E transcende-se mas mantém-se um ego. Esse complexo a que se chama ego-personalidade. Essa coisa que vai sendo. Esse devir que identificamos com o nosso nome e serve à nossa expressão na existência!

O ego é bom. Pelo menos o meu é. E aqueles de quem eu gosto também. E também o é o daqueles que me gostam e querem bem.

E, observando bem as coisas, os paranóicos com o ego, na realidade, têm problemas mas é com o ego dos outros…

E digo mais: não existe nenhum ponto de observação melhor para contemplar o mundo que o ego. E para perceber os outros o melhor é fazer dárshana no seu ego. Tudo se torna imediatamente mais claro…

É um ponto absolutamente coerente em si mesmo, o qual podemos contemplar para entender com perfeição todas as coisas!

O único problema é que para fazê-lo temos também de transcendê-lo!
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Desunião na União!

Yôga: filosofia e sociologia

Yôga é União e Integração. É a constatação desses estado das coisas. De que a realidade é assim. Que tudo está ligado. Que os limites e separação entre as coisas (e pessoas) são uma ilusão. O saber que tudo é união…sempre foi!

Se a superação dessa ilusão é também uma libertação, e até uma salvação, isso depende da expectativa e perspectiva de cada um.

O que é certo é que quando manto de maya cai, a diversidade e polaridades que alimentam o devir da existência não cessam. Continuam como sempre. Tão infinitas, interligadas e constitutivas da união como sempre. A constactação do Uno não desfaz o Verso!

E a mostra evidente disso é a vida dos Yôgis. E sobretudo das suas comunidades. TODOS continuam a manifestar-se egóicamente, através das suas diferenças, pelas quais disputam até (e sobretudo) em nome do próprio Yôga! é nitida uma profunad desunião no mundo da ...União!



É interessante que, apesar desse facto facilmente observável, é a esperança e promessas de que a União será, não só uma concepção filosófica da existência, mas também social, ou seja, que se expresse na vida de relação, e que se revelará em forma de paz e harmonia entre tudo e todos, em que todos serão igual e perfeitamente livres, é essa que atrai e mantém a maioria dos yôgins entrosados no Yôga.

Essa esperança de que há salvação, que há solução para a morte, a solidão e todos os problemas sociais e de cada ego deste mundo, continua a ser, como sempre, o móbil que leva e mantém gente no Yôga. É esse o móbil maior para o crescimento do Yôga, nos nossos dias na nossa sociedade. Nem que seja como religião! Tanto como os que procuram Yôga como utilitarismo declaradamente egóico (para coisas praticas de saúde, bem estar ou simples vaidades) e sobretudo muito mais que os que procuram Yôga como filosofia!

E a maioria (diria uns 90% para não ser drástico) nunca admite, sequer, ultrapassar essa esperança, a qual para si é um dogma. E quando o Yôgin (ou seria crente das suas próprias ilusões?) se enfrenta com o seu próprio dogma prefere rechaçar a existência tal como é, alienando-se, ou então aceita a sociedade como um “realista”mas rechaça o próprio Yôga, que, ao não o salvar dando-lhe o dogma que esperava, o desilude! O mais engraçado é que o Yôga costuma ser, declaradamente, um processo de desilusões…É mesmo assim. Deve ser se está a funcionar. E essas desilusões seriam muito positivas pois revelam uma outra perspectiva da realidade...

Enfim. Filósofos há poucos. Sempre houve. Eu gosto de Yôga. Gosto de filosofia, que para mim tem muito valor. E para mim yôga é filosofia. Mas também não me sinto melhor ou superior a ninguém por isso. Neste caso ser raro não acrescenta necessariamente valor! Até exclui…desintegra! Paradoxos da realidade!
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Egomaniacos da transcendência


União, integração e...EGO!

Uma reflexão sobre o Yôga e os Yôgins, e a vida social.

(Este autor desde já esclarece que o tom irónico e até jocoso de algumas partes em nada pretende retirar o valor ao Yôga ou aos Yôgins. Afinal, sou um deles! A brincar se dizem coisas sérias. E o que seria se não conseguirmos rir de nós mesmos! Não se melindre.)


A transcendência

Yôga é uma filosofia de vida pratica (técnica) que visa levar ao … Yôga!


Yôga é um estado de consciência de…Yôga!


Yôga é União. União no sentido de integração. Integração no todo. Com tudo e todos, com todos os aspectos da natureza, união de todos os aspectos da consciência, numa Unidade, sem princípios nem fins. Integração numa realidade que simplesmente…é!
Pois. Simplesmente é! É. E daí?

Continuando…


No estado de consciência de Yôga o ego dissolve-se na Unidade. A personalidade deixa de fazer sentido como algo separado e diferente de tudo o resto. Não mais há o eu, o ego, separado e isolado. As identidades dissolvem-se pois integram-se numa coisa só: o ser. Ser que existe em recriação permanente, numa mudança sem principio nem fim, sem sentido para além disso memso, uma existência que “simplesmente é”!No estado de Yôga…


Ainda mais transcendente: o Yôgi identifica-se como sendo, não essa realidade, mas sim a consciência dessa realidade, e a observa. “Simplesmente a contempla”. A realidade é, na verdade, a própria consciência da realidade!Que profundo! Que metafísico!Nesse estado de consciência transcendente, o Yôgi liberta-se de todas as angústias do mundo egóico, fenomenal e efémero. Nomeadamente da solidão e da morte. Afinal, ele é tudo, é pleno e infinito! É a própria consciência do todo infinito! Ele simplesmente é. Existe. Através de um mergulho em si mesmo, por aceder ao conhecimento (à consciência) do que é, o Yôgi realiza, em si mesmo, mais do que qualquer ideologia utópica alguma vez sonhou, definiu e realizou!

Que bonito! Que tentador!


Sim. Tudo isso é lindo. E real. Isso é tão real como transcendente. Tão verdadeiro como intangível.O que é tangível são os fenómenos, as mudanças, as diferenças, os nomes, as personalidades. Os egos.


O EGO

O Ego. A consciência egoísta.


A nossa real identidade (que “simplesmente é”) pode ser absolutamente "livre", mas na realidade social a liberdade é limitada e condicionada pela liberdade dos outros. Ou seja, pelo nosso PODER em relação ao dos outros.


Em sociedade, para os outros, sou o António Matos (um chato do pior!).


O ego identifica-se como algo diferente e separado, o Eu.


Aquele eu que identificamos como algo distinto, autónomo e individual. Que usa nomes próprios e tudo: António; Portugal; Toyota; orquídea; Microsoft; Benfica; etc…


Na vida em sociedade é o Ego que é reconhecido. Para os outros(egos) o que existe é o ego. E o ego é…egoísta!

O ego vive apavorado com a sua efemeridade, a que chama morte. Atormentado por ser absolutamente descartável pela Vida que o comanda. Sempre atrás de prazeres que são tão limitados como o sofrimento é garantido. Pois a Vida é dinâmica, é mudança, é recriação. E a dinâmica estimula-se pela interacção de opostos. É paradoxal. A Vida precisa que os egos se achem diferentes e que se antagonizem. Se combatam energicamente para sobreviver. A Vida vai-se alimentando dos egos para ela própria continuar a viver…E assim os egos alimentam e se alimentam dos dualismos dialécticos. E são tão mais vivos quanto maior for a energia libertada pelas suas fricções. Tudo acaba por se equilibrar todos naquilo a que chamamos evolução. E por maior que seja o esforço ele acaba sempre na grande dissolução a que chamamos morte.


É triste ser ego. Mas para o ego, ser ego é irresistível!


Ser ego é ser só parte. É ser contraditório, instável e efémero. É ser mortal. É ser inacabado, condicionado, insatisfeito e dependente. É estar isolado nos dualismos em que se desdobra. É não compreender e não ser compreendido. É procurar sempre encontrar-se mas não ter meta onde parar. E procurar sempre integrar-se e ser coerente e nunca o ser. É ansiar por aquilo que nunca é: completo, integro. É querer suplantar a sua própria condição e quando o consegue percebe que não havia nada a ser suplantado. É ser iludido. É ser a sua própria ilusão! E é isso que nós todos somos uns para os outros, em sociedade.

E os Yôgis que já transcenderam o ego?

O Yôga serve para transcender o ego. SER Yôga é ser algo além do ego. Mas o ego continua a existir!!!

Os iluminados são diferentes em quê? Como é a transcendência tangível e susceptível de ser reconhecida e valorizada?

Diria que a procura de diferenças, de utilidades e reconhecimento é um sinal óbvio de...egoísmo!

A transcendência é…transcendente! Não se concretiza.

O que existe em sociedade são egos. O ego continua a existir, sendo a sua própria ilusão. Os Yôgis transcenderam o ego, não o destruíram ou anularam, ou abandonaram. Os Yôgis continuam a TER um ego, através do qual se expressão. Mesmo que não se identifiquem como sendo isso. E é esse ego que é participante do mundo, com as suas perspectivas, limitações e objectivos. Posso ser iluminado, mas quem participa em sociedade e é reconhecido e valorizado (mesmo que negativamente) é o António Matos. Não o “simplesmente é”!

Mas então qual a relevância social da iluminação?

R:Não tem!

Repito: Transcendente é transcendente! Não é algo do mundo fenoménico.


A filosofia não serve para nada. Não resolve nada. Não é útil. Mesmo que a útilidade seja algo ilusório...

Por isso alguns Yôgis vão para uma gruta na montanha, tornam-se eremitas e procuram que o seu ego participe o mínimo possível da Vida. Transcendem o ego e demitem-se da Vida. Fazem tudo o que é possível para fazer o mínimo possível! Para não chatear e não se chatearem (de certa forma mantém algo de egoísta). O que queriam mesmo seria simplesmente contemplar a própria existência, mas têm que aguentar também o existir!

Outros fazem algo parecido mas mantendo-se mais dentro da civilização. Afinal, tudo é natureza (Prakriti), montanha ou cidade! Para quê esperar a grande dissolução sozinho e pobre. Ao menos ainda desfrutam qualquer coisa pelo caminho.

A maioria, no entanto, faz opção diversa. A maioria opta pela via…egoísta! Há muitos que têm (ou adoptam) uma visão teleológica da evolução. A ideia de progresso. Acham que todos estamos a progredir para alguma coisa. Para uma iluminação geral, ou coisa que o valha! (o que é contraditório com o conceito de transcendência: “simplesmente é, sem principio nem fim…”) Logo o seu conhecimento iluminado é fulcral para continuar e acelerar esse processo. Por valorizar tanto o seu conhecimento querem partilhá-lo e expandi-lo, para que mais egos se libertem também. Muitos tornam-se instrutores de Yôga.

E também há muitos que não são movidos por tão nobres ideais. Simplesmente gozam do poder que os conhecimentos adquiridos sobre si e sobre o mundo lhe conferem. Aí o conhecimento transcendente acaba por servir para reforçar o próprio ego! (Tudo isto é paradoxal) O facto de já não se identificarem como sendo o ego permite que o tratem com menos medos. Afinal, não é sobre si que as consequências kármicas recaem! É fácil lançar o ego numa consolada libertinagem, soltando-o de preconceitos e limites e permitindo que ele se satisfaça em desejos e sonhos tão reais como ele próprio! (Por isso o Yôga deve ser precedido de uma estruturação ética do Yôgin).

Independentemente das boas intenções, ou falta delas, os “transcendentes” têm e usam o seu ego. Ou são usados por ele…Aliás: a própria vontade de transcender as limitações do ego costuma ser uma ambição bastante egoísta!

Enfim...

É engraçado observar como cada um lida com todos estes conceitos (União, liberdade, ego, etc.), especialmente no próprio contexto do Yôga. É muito comum neste meio ver gente contra tudo e todos, sempre prontos a disparar uma histérica acusação de ego e condicionamento em relação a qualquer afirmação que se faça. Qualquer coisa, especialmente que tenha a ver com regras e ordem social, já pode contar com alguém do contra. Sempre em nome da liberdade claro. Qual liberdade, ou de quem? Sabe-se lá…deve ser a do Yôga, a transcendente!


As pessoas ( os egos) têm uma necessidade enorme de serem ..egos! Necessidade de se sentirem especiais, livres, felizes, etc. A vaidade é inabalável. A necessidade de reconehcimento imperativa. Até se encontra beleza e liberdade profunda em grandes nada, tais como o "simplesmente ser"...

Outra coisa bastante interessante são os casos que anunciam a viva voz a sua libertação/iluminação: “Sou Uno; Simplesmente sou; Sou livre; Sou livre; Sou livre; …”! Pronto, ok. Está bem, está bem, já se ouviu. Não se percebe se é apenas uma necessidade incontrolável de exibir a liberdade, ou se simplesmente se estão a tentar convencer a eles mesmos! O que é certo é que ninguém gosta ouvir. Ou por inveja ou por decoro…

Aliás, embora o Yôga deva servir para atingir a transcendência, parece “ficar mal” ter pretensões a isso. Só o pretendê-lo já é mais do que suficiente para ouvir a pior e mais comum das acusações: é ego!

Assim, a pratica do Yôga deve ser feita com objectivos menos égoicos, mais humildes: tratar do corpo tornando-o excepcional, emagrecimento, terapia, bem-estar “corpo e mente”, concentração para melhor produtividade, etc. Mas… utilidades, corpo e produtividade não são coisas do ego? Não compliquemos! A prática está na moda, isso é que interessa!

Os instrutores de Yôga.
(grandes, médios e pequenos e invisíveis, não vá alguém sentir-se excluído!)

Os grandes Mestres, no fundo, são grandes egos! São pessoas em volta das quais se geram muitos fenómenos: eventos; livros; seguidores; movimentações económico-financeiras; colegas e parceiros; polémicas e inimigos; construções; conhecimentos; etc. Basta olhar para alguns nomes mais conhecidos: DeRose, Sivananda; Aurobindo; Vivekananda; e muitos outros. (sim a lista poderia incluir muitos outros, de vários tipos, linhas e tendências, mais recentes ou antigos…é uma pequena lista pessoal.). Eles são conhecidos e grandes por serem acontecimentos de maior! Outros instrutores são médios e pequenos pelo respectivo impacto no mundo. É o Karma que se contabiliza, não a transcendência! O facto de serem considerados grandes Mestres (no mundo dos egos não há unanimidades) tem a ver com reconhecimento e influência social. Não garante nem impede qualquer tipo ou grau de iluminação. A iluminação dos outros é uma questão de fé para cada um. Há grandes Mestres que são considerados iluminados por muitos e considerados charlatães por outros tantos. Outros que nunca ouvimos o nome vivem grandes Moksha! Iluminação e reconhecimento não têm causa directa.

O bom instrutor de Yôga:

Em sociedade cada um vale por aquilo que tem para dar aos restantes. O bom instrutor é o que ajuda os outros na sua própria evolução em direcção aos objectivos pretendidos. Seja através de inspiração, orientação, amor ou simplesmente fé. E como vivemos num mundo de dualidade, fazer algo é também fazer algo contra! Há sempre quem não aprecie e antagonize.

E tudo isto a propósito de quê?

Nada de especial.

Ou, talvez isto…

(Esta é a parte jocosa e ácida. Não tem grande piada mas é para rir. Não leve demasiado a sério)

Quando os caros colegas e amigos, especialmente instrutores de Yôga, quiserem mandar os seus “bitaites” acerca de algum assunto de Yôga, especialmente se tiverem intenções de fazer julgamentos sumários e moralistas, antes de dizerem umas banalidades tão bonitas quanto inconsequentes sobre sermos todos unos e livres, e não haver barreiras, bláblábláblá… pensem no seguinte: se todos e tudo são unos então não se devem importar que eu namore com as vossas namoradas, afinal somos todos um, e comer-me a mim é o mesmo que beijá-la a ela! E também não se devem importar que eu passe a escrever textos e no vosso blog, afinal não há meu nem teu, é tudo ser integrado, e é anti natural-espiritual formar barreiras artificiais! E já agora, vocês pagam-me parte da renda da casa, e eu da vossa (não têm? Não faz mal, eu compenso vestindo as vossas roupas) e cada um vai aparecendo para dormir sem ter de dar qualquer tipo de satisfações e se encaixar em qualquer ordem! Isso seria divisionário, coisa do ego, inadmissível! Com certeza são tão livres e desapegados das coisas materiais que as vossas aulas e cursos são grátis! Não faria sentido cobrar por algo de valor espiritual inestimável. Assim como a vossa alimentação, que devem estar prestes a dispensar, já que isso é de seres dependentes e mundanos! Não vamos matar outros seres só para manter o nosso ego. E já agora também deixem de dizer mal do Bush, da América e dos bodes espiatórios em geral(e de qualquer coisa aliás) pois “tudo o que está aqui está em todo o lugar, e o que não está aqui não está em lado nenhum”. Ou seja, dizer mal do Bush, por exemplo, é dizer mal de vocês mesmo, pois o Bush está dentro de vocês, e vocês estão dentro do Bush…Pegar frases feitas e dizer balelas bonitas é fácil. Mas é oco e costuma ser incoerente e hipócrita. Os jogadores e treinadores de futebol também o fazem regularmente. Dos meus colegas do Yôga espero um pouco mais.

E se nada de interessante têm para dizer então deixem que seja o silêncio a falar por vocês. O silêncio costuma ser tão eloquente! Aliás, eu próprio também devia estar mais calado.

Já chega. E sobra!
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